12 outubro 2008




PROJETO DE APRENDIZAGEM


Com o desenvolvimento do PA, fui estabelecendo um maior interesse pela alfabetização de crianças portadoras de deficiência, em especial crianças cegas, pois no PA procuramos saber mais sobre determinados tipos de códigos: barras, morse e braille, este em especial, aguçou minha curiosidade, especificamente na área em que atuou, alfabetização. Como sabemos o rpocesso de aprendizagem da crianças não se estabelece tão facilmente ou igualmente para todas, principalmente para as cegas. Acredito, conforme registrei no PA, que este processo nestas crianças desenvolve-se da mesma forma que nas crianças normais e sua aplicação também deve desenvolver-se da mesma forma. Precisamos partir dos interesses das crianças, da bagagem de conhecimento que elas trazem para o ambiente escolar, e cabe a nós educadores termos o mesmo papel de instigadores e provocadores , procurando fazer a mediação entre o que já conhecem e o que ainda irão conhecer.
Mesmo tendo feito algumas leituras e pesquisas ainda me sinto um pouco perdida em relação a este assunto, pois sinto que não temos o incentivo que deveríamos ter por parte dos governos e de entidades representativas desta parte da sociedade. Penso que todos deveríamos ser cpacitaods para atendermos este público específico. Acho que vai demorar até que esta lacuna seja fechada, embora exista garantia na própria LDB, ainda estamos longe do cumprimento real desta garantia, infelizmente.

04 outubro 2008

PROJETO DE APRENDIZAGEM

Primeiramente, gostaria de refletir em cima do comentário feito pela Daiane Grassi, onde coloca que tenho feito postagens muito relacionadas à Gestão e tenho feito muitas colocações em relação as minhas próprias experiências. Realmente, tenho feito isto, no entanto, não significa que não tenho dado a devida importância ao PA, pelo contrário, ele está despertando em mim inúmeras sensações. Primeiro fiquei frustrada ao não trablharmos diretamente com a impressão digital, que muito me interessava, mas logo consegui absorver o restante da pesquisa, que resolvemos estabelecer, especificamente sobre os códigos braille, morse e de barras. Tenho feito muitas descobertas em relação a estes temas e isto tem me levado a interagir diretamente com minhas colegas de grupo. Temos tido muitas trocas em relação as nossas pesquisas o que foi muito facilitado pelo uso da internet, e pela proximidade que temos umas com as outras. Penso que nosso trabalho está entrando na reta final e logo conseguiremos estabelecer o que nos propomos desde o princípio. Particularmente, não tenho conseguido relacionar o PA com as turmas com que eu trabalho, pois estou em licença saúde há alguns dias, mas pretendo poder levar nossas descobertas especialmente para meus alunos da noite, assim que eu retornar. No mais, penso que está tudo andando conforme o esperado, pois temos muita facilidade em nos comuncarmos e também muita afinidade para podermos cos concluir este trablho com muito sucesso e tenho certeza que nosso projeto vai bombar.

27 setembro 2008


Filhos da Ditadura

Ao fazer a leitura dos textos para a interdisciplina de Gestão, lembrei de algumas questões em minha vida. Nasci no ano de 1972, portanto, ainda no período da ditadura militar. Quando fui para a escola, no ano de 78, nós tínhamos que cantar o Hino Nacional diariamente, antes de entrar na aula. Lembro que a diretora da escola onde eu estudava, era uma senhora muito severa, e quando algum aluno errava qualquer palavra o Hino, ela fazia com que todos parassem de cantar e começava tudo novamente. Penso que por este motivo eu sei o mesmo de cabo a rabo. Não sou nem um pouco saudosista daquele período, mas acho que com a abertura política deixamos muito a desejar com nossos alunos em relação ao patriotismo. Acho que ainda somos os responsáveis por implantar em nossos alunos o respeito e admiração pelo nosso País. O Brasil é hoje um dos países com maiores chances de desenvolvimento e precisamos resgatar em nossa população este sentimento de patriotismo. Afinal, lutamos tanto para sermos reconhecidos e respeitados pelos países de primeiro mundo que não podemos perder esta oportunidade, começando por nós mesmos.

11 setembro 2008


PISO NACIONAL DO MAGISTÉRIO

Penso em compartilhar neste espaço a minha satisfação com a aprovação da Lei do Piso Nacional do Magistério, que durante anos foi pauta de luta para nós, trabalhadores da Educação. mas infelizmente, nossa garantia de um piso mais coerente com nossas atribuições está ameaçado pelo atual governo do estado, representado na pessoa da Yeda Crusius. anteriormente, dava discursos dizendo que um piso neste valor era ridículo e somente desvalorizaria mais nossa categoria, quando de sua aprovação mudou seu discurso pautando que o estado não poderia pagar por não ter recursos para tal. Não podemos esquecer que o congresso foi unânime na aprovação da Lei, e o que antes para a governadora era ridículo, passou a ser impossível e o que era ofensivo passou a ser um impasse para os cofres do estado. Este governo de raízes neoliberal que inviabilizar o nosso direito, pois não lhe interessa valorizar uma categoria comprometida com classes populares e, porque o piso merece uma tomada de posição em favor do serviço público para a maioria da população e não para setores privilegiados.
Faço esta esplanação apelando para que os colegas paralisem no dia 16/09, por uma educação pública e de qualidade para todos e para que possamos sensibilizar a sociedade deste direito que é de todos.
PARALISAÇÃO JÁ!
16/09, DIA NACIONAL DE LUTA PELA EDUCAÇÃO

02 setembro 2008


Gestão Democrática

Muito me interessa este assunto sobre gestão democrática, pois durante muitos anos tivemos árduas lutas para podermos ter a autonomia dentro das escolas. Passamos no governo Collares por intervenções dentro das escolas estaduais e dentro do município de Alvorada tembém tínhamos diretores indicados, ou seja, só eram diretores os que eram amigos dos prefeitos ou que eram de seus partidos. Este critério utilizado prejudicava em muito o andamento do processo educacional, pois éramos vigiados o tempo inteiro, como se nosso trabalho pudesse colocar o que não devia nas cabeças das crianças. Lembro que em 96, por questões e perseguição política, fui trocada de escola por cinco vezes em apenas 4 meses, pois não concordava com as atitudes repressoras que eram tomadas por algumas direções de escola, ou seja, em nenhum momento foi pensado na qualidade da educação, pois a política falava mais alto. Também na escola do estado, tinham situações em que éramos colocados em bancos em frente a sala da diretora para esperarmos a hora do xixi. Graças a Gestão Democrática, hoje temos liberdade de escolher que são nossos diretores e nossas equipes diretivas. Temos liberdade de expressão e podemos nos manifestar sempre.
Chega de perseguição!
Viva a nossa liberdade de expressão!